sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Igreja da Santíssima Trindade

Os pormenores que a tornam única. Clique para ver.
Renascença

Mais um "desenho rápido"


Tudo não passou de um sonho

A beleza natural da Barragem de Santa Luzia, associado ao sossego da paisagem rural, eram os atractivos utilizados para a promoção de um centro turístico para as Minas da Panasqueira. Com a concretização deste projecto, da responsabilidade de um grupo luso-belga, podia nascer uma nova luz ao fundo do túnel daquela região que estava mergulhada numa crise socioeconómica. Jorge Patrão, actual presidente da RTSE e na altura vereador da Câmara da Covilhã, empenhou-se na divulgação daquele centro turístico que, por enquanto, está longe de vir a ser uma realidade.

Um ano depois da crise nas Minas da Panasqueira, em 1994, uma nova esperança surge para a região. Os jornais noticiavam que estava projectado um centro turístico para rentabilizar as condições naturais de uma vertente da Serra da Estrela ainda por explorar. O anúncio era feito por Jorge Patrão, o actual presidente da RTSE e, na altura, vereador na Câmara da Covilhã. Convicto do sucesso do projecto da responsabilidade de um grupo luso-belga, o autarca não teve mesmo pejo em dizer que este empreendimento ía ser uma «pedrada no charco na realidade socioeconómica que se vive na região».

A ideia deste projecto turístico teria surgido de um empresário português radicado na Bélgica e natural do couto mineiro. Como na altura noticiava o «Público», pretendia-se, assim, rentabilizar as condições naturais de uma vertente da Serra da Estrela, assim como a área envolvente da barragem de Santa Luzia. O grupo pretendia igualmente aproveitar alguns imóveis da Beralt para instalar as infra-estruturas e disponibilizar apartamentos para arrendamento ou venda a famílias que desejem passar férias em Portugal. Na região poderia ainda vir a ser construído um museu das minas. Para o arranque do projecto, foram iniciados contactos com a Beraltin.

Contactado pelo TB, Correia de Sá, administrador da empresa mineira, confirmou que chegaram mesmo a ser vendidas «uma grande parte das casas da Panasqueira, a preços relativamente baixos. As cerca de cinquenta casas não chegaram a atingir a soma de dois mil contos». Algumas chegaram mesmo a ser adquiridas por belgas. Desta forma a Beraltin pretendia colaborar, «na medida do possível, com o desenvolvimento turístico da região».

Os cartazes que na altura foram colocados em vários locais da freguesia, pelo grupo luso-belga, anunciando a venda de uma variedade de casas, era oferecida a «possibilidade de desportos náuticos: barcos de recreio, motonáutica, vela, ski, surf». Como se não bastasse para convencer, era referido que o empreendimento, que «ficaria a 12 quilómetros do rio» e «a 18 quilómetros da Barragem de Santa Luzia.», tinha «todo o esplendor e sossego da paisagem rural». No fundo, este era «o local ideal para as férias merecidas!».

Grupo luso-belga admite não haver «nada de concreto»

Desconhecendo tudo o que se estava a passar, o então presidente da Junta de Freguesia de S. Jorge da Beira, José Alves Pacheco, deslocou-se à Câmara da Covilhã para obter informações detalhadas sobre o complexo turístico divulgado por Jorge Patrão mas pouco mais ficou a saber. O vereador ter-lhe-á mesmo dito que «não estava autorizado a falar desse empreendimento, uma vez que estava no maior sigilo», salientou o autarca no decorrer de uma reunião da Assembleia Municipal da Covilhã, realizada em finais de 1994.

Prosseguindo a sua intervenção, José Alves Pacheco acrescentou que só depois de se dirigir à empresa Beraltin foi finalmente informado do que se estava a passar. Mas as dúvidas persistiram e ainda hoje continua céptico quanto à concretização deste aldeamento turístico.

O TB já conseguiu saber junto da administração da empresa responsável pelo projecto, que «nunca houve qualquer intenção de pôr de lado o presidente da Junta de Freguesia de S. Jorge da Beira». Esse contacto não veio a verificar-se porque, argumenta um dos responsáveis do grupo luso-belga, «as coisas não correram como esperávamos» e, para além disso, «ainda não havia, tal como hoje, nada de concreto quanto ao projecto turístico».

Este viria a ser, aliás, o motivo que levou a empresa «a recusar o pedido de Jorge Patrão para marcar uma conferência de imprensa para divulgar o projecto». Curiosamente, o então vereador da Câmara da Covilhã e actualmente presidente da Região de Turismo da Serra da Estrela, assim não entendeu e decidiu ele anunciar aos quatro ventos a boa nova e, segundo noticiou na altura o Notícias da Covilhã, a assumir mesmo que «o projecto estava com grandes avanços, faltando apenas a assinatura das escrituras».

O que é certo é que, passados quase quatro anos, tudo ainda não passou de meras intenções. Um dos administradores já confirmou ao TB que «neste momento» não vão avançar porque «ainda não conseguiram os apoios necessários para o projecto desejado». Não se poderá, no entanto, falar de desistência. Tanto que, salientou, continuam a promover o projecto «lá fora» e a ser «desenvolvidos alguns contactos para poder avançar».

Em declarações ao TB, Jorge Patrão rejeita que se tenha envolvido em demasia neste «projecto», argumentando que «é preciso não esquecer que se estava a viver uma altura muito difícil naquela região e era preciso dar alguma motivação para o futuro». E como o grupo luso-belga tinha intenção de «promover a venda e a recuperação das casas da aldeia», o recém eleito presidente da RTSE considerou que era necessário «acarinhar aqueles que mostravam vontade em remar contra a maré e promover algum tipo de investimento numa zona que estava totalmente carenciada». Jorge Patrão entendeu também que não devia manter em segredo tudo isto e achou por bem divulgar o projecto que hoje não passa ainda de um «sonho» de alguns.

Diferente sorte para as minas

Diferente futuro parece terem as minas da Panasqueira. Cem anos depois do início da sua laboração, apresentam hoje uma situação, considerada pelo administrador da empresa, Correia de Sá, de «normal». A crise em que esteve envolvida entre 1993 e 1995 parece estar ultrapassada. Emprega actualmente cerca de 250 trabalhadores e todos os meses são extraídos 170 toneladas de concentrado de volfrâmio.

A boa situação da empresa levou já a administração a fazer investimentos, nomeadamente a construção de uma nova lavaria, abertura do terceiro nível de extracção e a construção de um novo poço, garantindo mais dez anos de vida da mina.

Desconhece-se quem terá descoberto as minas da Panasqueira, sabendo-se que há registos de exploração mineira naquela zona durante a ocupação romana. Mas o registo da mina teria sido feita apenas a 15 de Abril de 1886, na Câmara Municipal da Covilhã, por Manuel dos Santos e Boaventura Borrel, que seriam mesmo reconhecidos como tendo sido os descobridores do volfrâmio da Panasqueira. Em 1894, o próprio rei D. Carlos I de Bragança concendia o alvará.

Dezasseis anos depois, a mina viria a ser arrendada a uma empresa inglesa, a Wolfram Mining and Smelting Company, que mais tarde se viria a fundir na Baralt Tin Limited.

Os anos de crise começaram a partir de 1928 e, desde então, as lutas foram-se sucedendo. Até que, em Janeiro de 1993, a empresa paralisa, alegadamente por haver dificuldades no escoamento do produto. Mas, passados dois anos, a exploração volta a estar em expansão. Adiado está a concretização do sonho de um dia surgir ali muito próximo um centro turístico. A continuar assim será mais a juntar-se ao que uma empresa norte-americana projectou, há alguns anos atrás, para a albufeira da Barragem de Santa Luzia. Por agora, aldeamentos, estalagem, restaurantes, campos de ténis, clube náutico, marina... tudo não passou de um «sonho americano».


Gustavo Brás - Terras da Beira

A bandeira como protagonista

Posar desnuda con su bandera le puede salir caro
Le pueden caer más de 3.000 euros de multa.
Incluso arresto domiciliario de 36 horas.

FOTOGALERÍA: Paulina Rubio, huracán mexicano.

O efeito climático

Cae una gran tromba de agua sobre Valencia

Dignidade e sobriedade



Pedófilos, violadores e assassinos andam por aí impunes.

Os nacionalistas são perseguidos e presos. Liberdade imediata para todos nós.

Charlize Theron

Esquire Magazine, Sheryl Nields / AP
La mujer viva más sexy del mundo es, según la revista Esquire, Charlize Theron, que ha posado así para la publicación.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Fernando

Alonso ha firmado con Renault, según ‘Bild’
El piloto español Fernando Alonso habría firmado un contrato por tres años con la escudería de Fórmula Uno Renault, a
donde tiene pensado volver en enero de 2008, rescindiendo antes de tiempo su contrato con McLaren-Mercedes, según publica hoy el diario Bild.

Lijiang

Elevel
Panorámica de los tejados del centro histórico de Lijiang. (Imagen de Wikimedia)

A Torre de Hércules

El faro coruñés opta al título en la categoría de bien cultural y se impuso a otras 20 propuestas monumentales, algunas tan relevantes como el Escorial.

"Textos sobre o PSD"

A contribuição de Pacheco Pereira para o Congresso do PSD.

O caso Maddie

Un equipo de criminalistas de la Universidad Lusófona de Lisboa han recreado las últimas horas de los McCann.
La simulación parte de la información publicada por dos periódicos portugueses y otros dos británicos.

¿Qué hicieron la noche en que desapareció su hija 'Maddie'?

Uma verdade...

A pesar de su éxito en Hollywood , el oscarizado documental Una verdad incómoda del ex vicepresidente estadounidense Al Gore no cesa de encontrar obstáculos para su difusión.
Su documental contiene nueve fallos científicos

o churrasco austríaco

Este cromo não para de atacar Afonso.
¿Por qué Niki Lauda tiene manía a Alonso?

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Linguagem verbal e não verbal: é a democracia estúpido!

























Todas as Imagens "Roubadas" sem ordem.

Carta

Isto está bonito companheiros

SOLIDÁRIOS COM O SPRC

Escola Secundária Avelar Brotero solidária com o SPRC

Os professores reunidos na Escola Brotero, no dia 9 de Outubro, repudiam a entrada de polícia à paisana no SPRC e exigem que seja instaurado inquérito rigoroso e processo-crime.

Professores reunidos em reunião sindical
9.10.2007

Em defesa dos direitos de cidadania e da liberdade sindical

O tratamento vexatório e iníquo a que foram sujeitos os cidadãos que se manifestavam em Momtemor-o- Velho no dia 8 de Outubro e a “visita de rotina” de agentes policiais à delegação do SPRC na Covilhã, nesse mesmo dia, constituem factos de extrema gravidade e causam justificada apreensão.
Inserem-se numa estratégia de amedrontar os cidadãos em geral e de modo particular os dirigentes sindicais. É legítimo sublinhar paralelismos com a actuação das polícias, nomeadamente da polícia política, no período da ditadura fascista derrubada em 1974.
Em nome da direcção do SPGL e de mim próprio manifesto total solidariedade para com os cidadãos vítimas do comportamento prepotente da GNR em Montemor e para com o SPRC, vítima de uma manobra intimidadora e ilegal.
Temos a certeza de que o movimento sindical e os cidadãos portugueses terão a força necessária para extirpar as raízes daninhas da intolerância e do autoritarismo que, contrariando os ideais de Abril, têm vindo a manifestar-se de forma muito preocupante na sociedade portuguesa por responsabilidade do governo de José Sócrates.


Lisboa, 9 de Outubro de 2007

O Presidente da Direcção do SPGL

António Avelãs

O movimento sindical jamais se deixará intimidar

O Sindicato dos Professores da Madeira expressa, desta forma, a sua total solidariedade para com o Sindicato dos Professores da Região Centro, cuja delegação da Covilhã foi alvo de uma acção “pidesca” por parte de forças policiais.

O movimento sindical jamais se deixará intimidar com comportamentos policiais que julgávamos completamente abolidos no Portugal democrático.
O SPM acredita que os docentes portugueses saberão dar a resposta adequada, nos próximos tempos, a todas as tentativas governamentais para silenciar, intimidar e restringir a actividade sindical.

Contem connosco para continuar a lutar e a resistir contra todas as atitudes discricionárias e atentatórias das liberdades fundamentais.

Na impossibilidade de nos dirigirmos a cada um de vós, deixamos o nosso abraço solidário na pessoa do Coordenador do SPRC e dos dirigentes da delegação da Covilhã .

A Direcção do Sindicato dos Professores da Madeira

Inequívoca solidariedade com o vosso repudio e indignação

Não nos sendo possível participar, como desejávamos, na Concentração que hoje se realiza, junto à Escola Secundária, Frei Heitor Pinto, na Covilhã, por razões do trabalho programado para o esclarecimento e mobilização dos trabalhadores para a Grande Manifestação de 18 de Outubro, que objectivamente está a incomodar o capital e o seu governo, queremos no entanto, manifestar-vos a nossa inequívoca solidariedade com o vosso repudio e indignação, face ao ataque antidemocrático de que foram alvo e que consideramos ser um ataque a todo o movimento sindical.

Um abraço solidário da:

Direcção da União dos Sindicatos de Aveiro

Ofensiva contra os Sindicatos recorre à polícia
e a processos indignos em Democracia

O SPN tomou conhecimento, com grande perplexidade, dos acontecimentos ocorridos no dia 8 de Outubro, na Covilhã, quando agentes da PSP se deslocaram à sede local do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) e, de forma intimidatória, questionaram o funcionário sindical presente sobre a iniciativa que estaria a ser preparada para receber o primeiro-ministro aquando da sua deslocação àquela cidade (10 de Outubro), chegando ao cúmulo de “retirar” documentos sindicais.
Esta nova afronta aos sindicatos e ao sindicalismo vem na sequência de outros factos recentes, nomeadamente:
1. a posição absolutamente desrespeitosa como, no próprio Dia Mundial dos Professores (5 de Outubro), o primeiro-ministro se referiu aos sindicatos dos docentes, numa atitude reveladora de desprezo e de desvalorização do papel social das organizações sindicais;
2. a intervenção ilegal da GNR em Montemor-o-Velho (7 de Outubro), pondo em causa o direito de manifestação constitucionalmente consagrado;
3. a actuação intimidatória da GNR face ao secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que, numa atitude solidária, se juntou aos trabalhadores que se manifestavam, no exercício do mais elementar direito de cidadania – o que valeu a Mário Nogueira uma queixa-crime no Ministério Público.
Reunida ontem, 9 de Outubro, a Direcção do SPN repudiou veementemente estas atitudes, que mais não visam do que pôr em causa um dos pilares da Democracia – a existência de sindicatos – e o direito à opinião e à manifestação, expressando a sua total solidariedade ao secretário-geral da Fenprof, ao SPRC e a todos os sindicatos visados.
A Direcção do SPN apela, também, a todos os educadores e professores para que não deixem passar em claro esta tentativa de condicionar os sindicatos, o sindicalismo e a Democracia, e participem na manifestação que a CGTP-IN está a promover para o próximo dia 18 de Outubro, em Lisboa, por ocasião da cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia.

A Direcção do Sindicato dos Professores do Norte

SPRC



Regime de Mobilidade especial

AÍ ESTÁ: M.E., CONTRARIANDO PROMESSAS, AVANÇA COM A MOBILIDADE ESPECIAL!
Devagar, devagarinho, o ME está a avançar com a aplicação do regime de mobilidade especial ao pessoal docente. A FENPROF recorda que a própria Ministra da Educação, por diversas vezes, algumas delas na Assembleia da República, garantiu que a “mobilidade especial” não se aplicaria aos docentes. Afinal, o compromisso é agora negado e o ME nem se deu ao trabalho de regulamentar o nº 4 do artigo 64º do ECD que prevê uma situação específica para os professores nesta matéria.
Segundo o projecto do ME, sobre o qual a FENPROF emitiu hoje uma posição, a “mobilidade especial” aplica-se a docentes com “horários-zero” ou aos que tenham sido declarados “incapacitados para o exercício de funções docentes”.
No primeiro caso [horários-zero] a aplicação é voluntária. No caso dos docentes com declaração de “incapacidade para o exercício de funções docentes” a aplicação pode ser voluntária ou compulsiva.
Assim, no caso de:
1. Os docentes terem requerido a colocação em serviços que os não aceitem, ou …
2. Os docentes terem solicitado a sua aposentação, sendo-lhe esta recusada pela Junta Médica …só lhes restam três soluções:
a) requerer a passagem à mobilidade especial; b) passar automaticamente para a mobilidade especial:c) [em algumas situações] passar à situação de licença sem vencimento.
Em suma, a Ministra da Educação nega, com este projecto, um compromisso assumido politicamente e prepara-se para se ver livre de docentes que, tendo dado o melhor possível enquanto puderam, se encontram hoje em situação de grande fragilidade. A FENPROF rejeita e combaterá esta intenção do ME!
A FENPROF considera esta proposta de duvidosa legalidade, razão por que solicitará a sua apreciação ao Senhor Provedor de Justiça e à Assembleia da República.
O Secretariado Nacional
Posição da FENPROF sobre o projecto de alteração do Decreto-Lei 224/2006 [Estabelecendo as condições de colocação em mobilidade especial, entre outros aspectos]
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Soyuz TMA-11 a caminho

Denis Sinyakov / Reuters
Despegue. La Soyuz TMA-11 desaparece en el cielo sobre el cosmódromo de Baikonur, en Kazajistán, tras su despegue. Lleva a los astronautas Yuri Malenchenko, de Rusia, Peggy Whitson, de EE. UU., y Sheikh Muszaphar Shukor, de Malasia, a la Estación Espacial Internacional.

Fernando

Alonso sonríe en rueda de prensa. (EFE)