sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

PROFESSORES LUSOS: O congelamento em tabela...

PROFESSORES LUSOS: O congelamento em tabela...: No sítio do SPN é possível encontrar alguns esclarecimentos ao congelamento da carreira docente. Não é que acredite que alguém não conheça ...

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ad Eternum

Ando desde o dia em que a tragédia do Meco aconteceu para tentar escrever algo. Cada vez que pego no computador para o fazer, desligo-o. Oiço as notícias e fico “aparvalhado” com tudo o que ouço. Nos últimos dias, então, tem sido um “fartote” de factos novos.Vou tentar expressar o que me vai na alma.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

a propósito da transladação dos restos mortais de Sophia para o Panteão

"A Sophia está nos livros dela, na terra e no mar, não num sítio escuro e cheio de mármore". 
Lídia Jorge

(O tavares não merece esta Senhora sua Mãe).

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

"O Panteão e Eusébio"

(...)"O Panteão Nacional acolhe os túmulos de grandes vultos da história portuguesa. Porém eu gostava de saber qual o critério de escolha?Por exemplo, Aquilino Ribeiro era acusado de terrorista por alegado envolvimento no regicídio de 1908. Por outro lado estou de acordo com Filomena Mónica , não compreendo porque Eça de Queiroz não está no Panteão.(...)  

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O outro lado de uma janela

La exposición temática incluye obras de Robert Frank, Walker Evans, André Kertész, Alfred Stieglitz, Paul Strand, Sebastião Salgado...

Ver más en: http://www.20minutos.es/noticia/2017638/0/ventana/fotografia/exposicion/#xtor=AD-15&xts=467263
La exposición temática incluye obras de Robert Frank, Walker Evans, André Kertész, Alfred Stieglitz, Paul Strand, Sebastião Salgado... AQUI

La ventana como tema recurrente e inspirador en la fotografía

Ver más en: http://www.20minutos.es/#xtor=AD-15&xts=467263

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

La Finca La Ramallosa es un hotel-aldea enmarcado en la Sierra de Gata

Un lugar mágico. En la Finca La Ramallosa el tiempo se detuvo hace ya muchos años. O al menos, así se hace sentir... Los muros de piedra de sus cinco caserios y las enredaderas deslizándose a hurtadillas por los caminos, le advierten a uno de su llegada a un lugar casi mágico. 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Para quebrar a rotina!

Últimamente mi favorito es Iroha, Sakura, de la marca Tenga. Tecnología japonesa al servicio del éxtasis. Este vibrador diseñado para el clítoris y parte externa de la vagina, tiene forma de ratón de ordenador y es de tacto suave, casi humano.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Step into the Void

La nueva atracción es una cabina de vidrio que se encuentra en la terraza superior del macizo L'Aiguille du Midi, de 3.842 metros de altura, la más alta de las Agujas de Chamonix, que atrae cada año a miles de turistas.

Ver más en: http://www.20minutos.es/noticia/2016822/0/mirador-cristal/alpes-francia/vacio/#xtor=AD-15&xts=467263
La nueva atracción es una cabina de vidrio que se encuentra en la terraza superior del macizo L'Aiguille du Midi, de 3.842 metros de altura, la más alta de las Agujas de Chamonix, que atrae cada año a miles de turistas.

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La nueva atracción es una cabina de vidrio que se encuentra en la terraza superior del macizo L'Aiguille du Midi, de 3.842 metros de altura, la más alta de las Agujas de Chamonix, que atrae cada año a miles de turistas.

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La nueva atracción es una cabina de vidrio que se encuentra en la terraza superior del macizo L'Aiguille du Midi, de 3.842 metros de altura, la más alta de las Agujas de Chamonix, que atrae cada año a miles de turistas.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bairro Alto

El barrio de la bohemia lisboeta cumple 500 años en plena rehabilitación urbana.

Ver más en: http://www.20minutos.es/noticia/2013453/0/lisboa/barrio-alto/500-anos/#xtor=AD-15&xts=467263
El barrio de la bohemia lisboeta cumple 500 años en plena rehabilitación urbana.

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El Barrio Alto de Lisboa nació como el lugar donde convivían clases humildes y aristocracia.

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El Barrio Alto de Lisboa nació como el lugar donde convivían clases humildes y aristocracia.

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El Barrio Alto de Lisboa nació como el lugar donde convivían clases humildes y aristocracia.

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El barrio de la bohemia lisboeta cumple 500 años 
El Barrio Alto de Lisboa nació como el lugar donde convivían clases humildes y aristocracia.

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El Barrio Alto de Lisboa nació como el lugar donde convivían clases humildes y aristocracia.

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El barrio de la bohemia lisboeta cumple 500 años en plena rehabilitación urbana.

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Mais um dia que querem tirar do calendário

"Considerando obsoleto o seu pensamento explícito, Sá Carneiro fica assim reduzido apenas a um actor político, que combateu o PCP no PREC, combateu Eanes e o Conselho da Revolução, combateu Soares e o PS, foi criador e primeiro-ministro da AD, reduzindo-se os seus actos a uma espécie de gramática da acção, sem o léxico e a semântica das suas ideias políticas. Ora, se há coisa em que Sá Carneiro não queria que existisse nenhuma dúvida, era que actuava baseado em princípios políticos, ideais e tradições, pelo que não pode ser reduzido, como foi por Passos Coelho, a um lutador contra o défice e a dívida, ele que nunca admitiria que Portugal pudesse ser um “protectorado”, ou que o poder do Parlamento e da soberania popular dos portugueses fosse “automaticamente” deslocado para a burocracia europeia. Tirar-lhe esta identidade é matá-lo pela segunda vez".

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Espanha contemporânea

La misión era contar la Historia de este país de los últimos dos siglos y vieron cómo los relatos no podían estar entrelazados sólo por documentos vitales, fotografías importantes y obras de arte, como las expuestas de Sorolla o Gutiérrez Solana. 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

-93 ºC

Un equipo de científicos ha precisado el lugar más frío del planeta: -93 ºC grados bajo cero (136 ºF) registrados en la Antártida en agosto de 2010.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Acerca de um certo mentiroso, intrujão

Só quem nunca teve o jantar temperado todas as noites, durante meses a fio, com as imagens que chegavam nos telejornais dos confrontos no Soweto, com a polícia do apartheid a disparar a torto e a direito sobre tudo o que respirava...
continua AQUI

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ADN humano

Apenas dos gramos -1,95- de hueso han sido suficientes para obtener el ADN de un homínido más antiguo que se conoce.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A Palavra A Quem A Trabalha

É A ISTO QUE SE CHAMA DEMOCRATOCRACIA?

Na educação vivemos um momento singular: ninguém sabe o que faz, porque o faz e, mesmo, se o faz. Se exceptuarmos os docentes, que continuam a exercer, diariamente, com sentido de profissionalidade a sua actividade (apesar de tratados como pessoal indiferenciado, desqualificado e descartável) todos os restantes responsáveis do Ministério da Educação (ME) agem com uma indigência quase malévola, raramente prevendo (à excepção das de carácter financeiro) as consequências pessoais, familiares, materiais, técnicas e organizacionais, do impacto de grande parte das suas medidas aprovadas “à la carte”.
Os últimos meses têm sido, como diria o nosso povo, “um fartar, vilanagem”. Basta considerar os títulos das primeiras páginas dos jornais: “Ministério quer ver professores a comprar escolas”; “Ministério tem milhões para despedir professores”; Ministério tem milhões para o ensino privado”. “Quem quiser educação de qualidade, que a pague”; “A inclusão regressa ao passado”; “Professores contratados têm que pagar a sua própria avaliação”.
Vale a pena citar mais?
No actual contexto, não é possível vislumbrar uma medida preditiva do comportamento do ministro, ou de um qualquer dos seus secretários de Estado, talvez porque deve haver algum efeito de indução ao “chip” cerebral, quando entram, pela primeira vez, num qualquer elevador da 5 de Outubro.
O que afirmavam antes de entrarem para o governo, já não é palavra que se cite, ou aceite, como vinda de gente coerente e fiável.
Hoje, todos eles agem nos antípodas. Mais parecem personagens erráticas de um qualquer enredo dos antigos teatros de revista em que, de uma semana para a outra, se mudava a narrativa, os cenários e os diálogos, mas os personagens permaneciam, sempre os mesmos.
A generalidade dos professores contratados foi formada em instituições de ensino superior, avaliadas a acreditadas pelo próprio Estado? Tiveram estágios profissionalizantes, tutelados por professores seniores, que assistiram às suas aulas e avaliaram e classificaram a sua actuação? A maioria deles serviu (e bem) o sistema durante décadas?
Para o ME, nada disso interessa, porque o ministério entende que toda a profissionalidade docente se reduz a uma meia dúzia de conhecimentos teoréticos e pode ser avaliada, através de uma simples prova, corrigida, avaliada e classificada, por outros docentes, os quais nem foram preparados para isso.
Se essa prova foi construída, ou não, para ter um efeito de descriminação negativa, o que interessa ao mundo? Se a malfadada prova foi, ou não, estatisticamente validada, que importância tem isso para a ciência e a fidelidade dos seus resultados? Nada, mesmo nada interessa, desde que Nuno, o Incrato, e os seus secretários de Estado metam uns tostões a mais na caixa de esmolas do Orçamento.
E, pasme-se! As instituições de ensino superior que ainda formam docentes, face a todo este cenário, remetem-se a um silêncio que as envergonha, perante tamanho atestado de suspeita incompetência que o ME lhes pretende passar!
Admiro, também, que, até hoje, ninguém se tenha dado ao trabalho de coligir o que pensavam, ministro e alguns dos seus secretários de Estado, sobre estas matérias, meses antes de subirem as escadas do poder.
Que percurso científico e académico permite, a alguns deles, a insistência no disparate constante, tão nítido no nervosismo com que, publicamente, anunciam cada nova medida a implementar, e a acrescentar ao rol do vai vem de decisões inconsequentes, mas todas elas com um objectivo certeiro: o de promover a total desarticulação organizacional da Escola Pública que tínhamos – fiável e confiável – como o provaram centenas de estudos científicos, efectuados na última década.
Diariamente lançam-se para as escolas instruções aleatórias, descoordenadas, que uma boa parte dos responsáveis regionais e locais não sabe como interpretar e aplicar. Num dia avançam-se, impensadamente, mil passos, para, no dia seguinte, se regredirem dois mil: e, em ambas as situações, sem qualquer esclarecimento convincente, do porquê do fazer e do desfazer.
Nos pais, nos alunos, nos docentes, no pessoal não docente, no conjunto da comunidade educativa, cresce a incredulidade. Ninguém dá a cara por ninguém. É o reino do “Deus dará”, do desencanto, das rotinas, do tempo preenchido em deslocações, em reuniões, em burocracias redundantes, em incongruências organizacionais e, sobretudo, na produção de muito estímulo à resiliência.
Como qualquer mortal sabe, estas situações ajudam em tudo, menos à promoção da qualidade do ensino que devíamos estar a proporcionar aos nossos alunos e, logo, ao futuro do nosso país.
Na Europa, Portugal introduziu, hoje, um fenómeno invulgar e inimaginável há meia dúzia de anos atrás: os milhares de professores que ficaram desempregados e foram obrigados a emigrar ou a mudar de profissão, constituem o maior desperdício de formação e de qualificação (e aí também estamos a falar de gasto verbas, de tempo perdido, de estruturas malbaratadas…) a que a Europa jamais assistiu, em qualquer outra profissão.
Um dia, estes (des)governantes deverão prestar contas pelo que fizeram à Escola Pública portuguesa, que com tanto custo foi erguida sobre os escombros do salazarismo. Que o tempo seja curto e o juízo justo.
João Ruivo
ruivo@rvj.pt

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Fotos (Concurso cidades património)

Amanecer. «La luz del amanecer en Santiago provoca un efecto místico en su fachada. Las mañanas frías de invierno convertidas en un halo mágico que se alza por el este. Una fotografía tomada desde la Praza do Obradoiro a primera hora cuando la ciudad vieja de Santiago comienza a despertar mecida por el compás de la campana de la Berenguela». Foto y texto de Nuria Prado Castiñeiras..

Estas son las fotos de los lectores que han participado en el concurso organizado por Ocholeguas.com y el Grupo de Ciudades Patrimonio de la Humanidad de España.

domingo, 24 de novembro de 2013

+ uma Carta Aberta

  • Carta Aberta a um MENTECAPTO (João César das Neves)

    Meu Caro João,

    Ouvi-te brevemente nos noticiários da TSF no fim-de-semana e não acreditei no que estava a ouvir.

    Confesso que pensei que fossem “excertos”, fora de contexto, de alguém a tentar destruir o (pouco) prestígio de Economista (que ainda te resta).

    Mas depois tive a enorme surpresa: fui ler, no Diário de Notícias a tua entrevista (ou deverei dizer: o arrazoado de DISPARATES que resolveste vomitar para os microfones de quem teve a suprema paciência de te ouvir). E, afinal, disseste mesmo aquilo que disseste, CONVICTO e em contexto.

    Tu não fazes a menor ideia do que é a vida fora da redoma protegida em que vives:
    - Não sabes o que é ser pobre;
    - Não sabes o que é ter fome;
    - Não sabes o que é ter a certeza de não ter um futuro.

    Pior que isso, João, não sabes, NEM QUERES SABER!

    Limitas-te a vomitar ódio sobre TODOS aqueles que não pertencem ao teu meio. Sobes aquele teu tom de voz nasalado (aqui para nós que ninguém nos ouve: um bocado amaricado) para despejares a tua IGNORÂNCIA arvorada em ciência.

    Que de Economia NADA sabes, isso já tinha sido provado ao longo dos MUITOS anos em que foste assessor do teu amigo Aníbal e o ajudaste a tomar as BRILHANTES decisões de DESTRUÍR o Aparelho Produtivo Nacional (Indústria, Agricultura e Pescas).

    És tu (com ele) um dos PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS de sermos um País SEM FUTURO.

    De Economia NADA sabes e, pelos vistos, da VIDA REAL, sabes ainda MENOS!

    João, disseste coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “A MAIOR PARTE dos Pensionistas estão a fingir que são Pobres!”

    Estarás tu bom da cabeça, João?

    Mais de 85% das Pensões pagas em Portugal são INFERIORES a 500 Euros por mês (bem sei que que algumas delas são cumulativas – pessoas que recebem mais que uma “pensão” - , mas também sei que, mesmo assim, 65% dos Pensionistas recebe MENOS de 500 Euros por mês).

    Pior, João, TU TAMBÉM sabes. E, mesmo assim, tens a LATA de dizer que a MAIORIA está a FINGIR que é Pobre?

    Estarás tu bom da cabeça, João?

    João, disseste mais coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “Subir o salário mínimo é ESTRAGAR a vida aos Pobres!”

    Estarás tu bom da cabeça, João?

    Na tua opinião, “obrigar os empregadores a pagar um salário maior” (as palavras são exactamente as tuas) estraga a vida aos desempregados não qualificados. O teu raciocínio: se o empregador tiver de pagar 500 euros por mês em vez de 485, prefere contratar um Licenciado (quiçá um Mestre ou um Doutor) do que um iletrado. Isto é um ABSURDO tão grande que nem é possível comentar!

    Estarás tu bom da cabeça, João?

    João, disseste outras coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “Ainda não se pediram sacrifícios aos Portugueses!”

    Estarás tu bom da cabeça, João?

    Ainda não se pediram sacrifícios?!?
    Em que País vives tu, João?
    Um milhão de desempregados;
    Mais de 10 mil a partirem TODOS os meses para o Estrangeiro;
    Empresas a falirem TODOS os dias;
    Casas entregues aos Bancos TODOS os dias;
    Famílias a racionarem a comida, os cuidados de saúde, as despesas escolares e, mesmo assim, a ACUMULAREM dívidas a TODA a espécie de Fornecedores.

    Em que País vives tu, João?

    Estarás tu bom da cabeça, João?

    Mas, João, a meio da famosa entrevista, deixaste cair a máscara: “Vamos ter de REDUZIR Salários!”

    Pronto! Assim dá para perceber. Foi só para isso que lá foste despejar os DISPARATES todos que despejaste.

    Tinhas de TRANSMITIR O RECADO daqueles que TE PAGAM: “há que reduzir os salários!”.

    Afinal estás bom da cabeça, João.

    Disseste TUDO aquilo perfeitamente pensado. Cumpriste aquilo para que te pagam os teus amigos da Opus Dei (a que pertences), dos Bancos (que assessoras), das Grandes Corporações (que te pagam Consultorias).

    Foste lá para transmitir o recado: “há que reduzir salários!”.

    Assim já se percebe a figura de mentecapto a que te prestaste.

    E, assim, já mereces uma resposta:

    - Vai à MERDA, João!

    Um Abraço,
    Carlos Paz