“Se um dia disserem que o seu trabalho não é de um profissional, lembre-se: A Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic…“
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Tradicional almoço de confraternização
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Aniversariante
Tradicional almoço de confraternização
Ceiroquinho e a alma da sua gente.
História da Comissão de Melhoramentos 1993.
Saudades da minha serra 1997.
Quadras Líricas e Satíricas 1998 .
Contos da minha terra 1999.
Contos da serra verde 1999.
Serra em flor 2000.
Entardecer 2002.
Grito de revolta 2002.
Novas Quadras Líricas e Satíricas 2004.
Lágrimas 2005.
As Cantigas Que O Povo Canta 2007.
As Canções do Meu Sofrer 2007.
Tradicional almoço de confraternização
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Tradicional almoço de confraternização
Tradicional almoço de confraternização
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Tradicional almoço de confraternização
Aniversário
Eu sou a Margarida!
Nasci no dia 13 de Agosto de 2003 no Hospital de Castelo Branco pelas 14h35 e estou a fazer 4 anos hoje.
O meu papá é o Carlos Manuel e a minha mamã chama-se Cândida, tenho uma mana que eu adoro que se chama Mariana que tem 9 anos. Nós as duas portamo-nos muito bem e os meus papás adoram-nos.
... A estirpe gera a estirpe,
e alcança poderes crescentes;
a espécie gera a espécie
em milhões de anos
Mundos morrem e nascem.
Na alegria de viver, tu, a quem foi concedido
ser uma flor desta primavera, goza um dia em honra do eterno...
(jornstjerne Bjornson / Salmo II)
Recordar um ano, dois anos, três anos, quatro anos...
Em memória de Daniela.
No dia 13 de Agosto de 2003, às 13.30 minutos perdi uma filha.
Meti-me a caminho do Hospital para falar com a mãe.
Apavorava-me pensar no que ia acontecer a seguir.
A única coisa em que pensava agora era em ser pai da filha gémea que nasceu numa perturbação de felicidade que me violentava na medonha solidão de ver terminado esse momento ENORME daquele trágico dia de incêndios de Agosto.
A única maneira que encontrei para me libertar das trevas que me cobriram nesse dia.
Estive no Colcurinho. Estive a 1242 metros de altitude.
A partir deste local, pensei, disfruta-se talvez o melhor panorama de toda uma vida.
Margarida continua a memória de Daniela.
Em memória de Daniela a estirpe e alegria de viver vão continuar num outro nome, Margarida, sua irmã, de um tempo em honra do eterno e num novo ano. Libertar a alma, libertar as almas, libertar todas al almas.
Fez-me pensar ontem e hoje e amanhã e... sempre.
Espero e chego a consumir o meu tempo para me darem a possibilidade de conhecer as minhas filhas e delas poder agora e sempre falar.
Mariana e Margarida são a minha continuidade das horas anteriores.
Tradicional almoço de confraternização
No bar da escola: os irmãos João e Luís, Carlos Manuel, Luís Miguel e Fernando dos Santos.
Luís Miguel, Carlos Manuel e Fernando dos Santos na hora do café.
O digestivo para compor o repasto...
domingo, 12 de agosto de 2007
sábado, 11 de agosto de 2007
A terra das "curvas"
Uma dessas palavras era, certamente, "cambas"- de hoje. A origem desta palavra parece estar na língua Celta, com a raiz em kamb, cujo o significado era "serpente", "serpentear" e também "curvas" - quando fossem muitas, em contracurva tal como se movem as serpentes. Foi com este significado que a palavra passou, para o Latim, e deste para o Português, apesar de hoje em dia raramente ser usada com tal significado.
E, analisando historicamente o nome, pode mesmo dizer-se que, no caso da terra existir antes da chegada dos Romanos, era natural que o seu nome tenha sido este Kamb ou Cambas, com o significado de terra das curvas do rio. E virtude das curvas que o este dá a partir daqui. E analisando, por exemplo, um texto do século passado, escrito pelo Padre Manoel Dias Barata, natural desta freguesia, que ao descrever o rio nestas paragens, refere a certa altura que é desta terra para baixo os matos são tão frondosos e as margens tão íngremes, que ninguem ousou por elas passar, melhor podemos compreender porque deram tal nome a esta terra muitos séculos antes: Cambas era sem duvida a terra das curvas do rio; Rio que visto dos altos parece exactamente uma serpente. Seria mesmo a primeira e única terra das curvas, pois daqui para baixo, daqui para os locais onde o rio dá mais curvas, era difícil passar; e se nas palavras do Padre Manoel Dias Barata, há cem anos, isso era tarefa quase impossível, como seria no tempo da reconquista... A palavra “Cambas” para designar o nome da terra, aparece desde muito cedo nos documentos oficiais Portugueses. Assim, desde pelo menos de D. Sancho I, Rei de Portugal, que o nome de Cambas é citado e referido. A primeira que se destaca é de 5 de Julho de 1199, data em que D. Sancho, na altura de passagem pela Covilhã, doa a Herdade de É+ _++'_+afa, por troca com as igrejas de Mogadouro e Penas Roias, e onde Cambas aparece como limite da herdade de + _++'_+afa, tal como Oleiros, a Serra do Muradal e o Rio Zêzere. Relevante ao que este documento de D. Sancho I apresenta Cambas como um lugar que já existia, e refere, também, que se situa junto à via (estrada) que vai de Oleiros para a Covilhã.
Portanto é normal que Cambas já fosse, nessa altura, o ponto de travessia do rio desta via, entre a margem direita e esquerda, sendo o percurso dessa via, provavelmente, junto ao rio; de Cambas passaria por Ademoço, Penedos de Janeiro, Janeiro de Baixo, Dornelas, Ourondo, Paul e Covilhã. Desta estrada ainda restam alguns vestigios, por exemplo, junto ao porto dos barcos de Cambas, onde os trilhos das rodas dos carros de bois aparecem marcados na rocha, indicando, certamente, um ponto de Épassagem de muitos séculos. Historicamente as principais Aldeias da Freguesia, em especial as que se situam junto ao rio, confundem-se, assim, com a fundação de Portugal.
É de notar, contudo, que há referências a um povoamento anterior à nacionalidade, sendo de referir os vestígios castrenses existentes em locais próximos, como é o caso dos penedos de Janeiro que são um local altivo, numa ravina natural de um e do outro lado do Zêzere, com mais de uma centena de metros de altura.
O repovoamento destas aldeias, durante a reconquista desta parte do território português pelos primeiros reis de Portugal, deve ter sido uma necessidade imediata, sentida desde logo, muito em parte devido à posição estratégica de algumas destas aldeias, situadas junto ao rio, que, durante essa reconquista constituíram uma importante fronteira natural.
Importante ao longo de muitos séculos na vida destas aldeias foi a Igreja, que foi senhora de todas as terras destes sítios, sendo ainda proprietária da barca que fazia a travessia do Zêzere, recebendo por isso parte dos impostos na região. Cambas foi sede de um pequeno Priorado do Padroado Real, sendo o Prior nomeado directamente pela casa real; o Prior, alem de todos os bens que possuía e da parte dos impostos que lhe cabiam, recebia, ainda, anualmente uma renda do rei, sendo esta igreja, por isso, uma das mais ricas de toda a região. O Priorado de S. João Baptista de Cambas pertenceu ainda durante alguns anos à Diocese da Guarda, sendo nessa altura a mais rica de todas as suas igrejas. O prior da Igreja de S. João Baptista de Cambas, assim se chamou durante muitos anos, tinha rebanhos de cabras e ovelhas, soutos de castanheiros, muitas oliveiras, terras e, inclusive dois ou três cavalos para se deslocar. Foi a Igreja que mandou abrir levadas, que a partir das ribeiras irrigavam as várzeas junto ao rio. Estas levadas ainda hoje se mantêm. Do antigo Priorado de S. João Baptista de Cambas faziam parte, alem das terras que constituem ainda hoje a Freguesia de Cambas, as Freguesias de Vilar Barroco, que foi desanexada de Cambas no século XVIII, e algumas das aldeias que hoje fazem parte da Freguesia do Estreito, como são o caso do Roqueiro, Retaxo, Vale do Orvalho e Torre, tal como a Freguesia de Orvalho, que no século XV foi igualmente desanexada e se tornou uma vigaria dependente da Igreja e do Cura de Janeiro de Baixo.
Em finais do século XVIII, mais propriamente em Janeiro de 1792, através de uma Bula do Papa Pio VI, "Quoniam Ecclesiasticum", Bula esta confirmada por Beneplócito Régio de Janeiro de 1794, as aldeias de Roqueiro, Retaxo, vale da Torre e Vale de Orvalho, mais próximas do Estreito do que de Cambas, passam a pertencer religiosamente a paróquia do Estreito, que havia sido criada no século XVI, continuando, no entanto no civil a pertencer a Cambas e ao Concelho do Fundão.
A questão dos limites da Paróquia e Freguesia de Cambas ficou definitivamente resolvida, mantendo essa configuração até hoje, com o Decreto de 29 de Novembro de 1836, que pela primeira vez incorporou a Freguesia no Concelho de Oleiros, determinando-se nesse Decreto que os locais que religiosamente pertenciam para o Estreito, também o passassem a ser civilmente. A Freguesia que pertenceu ao Termo da Covilhã, aparece no concelho do Fundão logo que este é criado, tal como Vilar Barroco e Orvalho, também hoje do concelho de Oleiros; pelo Decreto de 29 de Novembro de 1836, a Freguesia de Cambas é incorporada, pela primeira vez, no Concelho de Oleiros, tal como o são igualmente as Freguesias de Orvalho e Vilar Barroco. Em 1839 a Freguesia de Cambas aparece novamente no Concelho do Fundão, tal como as Freguesias de Orvalho e Vilar Barroco. Na década de quarenta do século passado, aparece, novamente, no Concelho de Oleiros, tal como as Freguesias vizinhas de Orvalho e Vilar Barroco.
Com a extinção do concelho de Oleiros, que se deu a 14 de Janeiro de 1868, a Freguesia de Cambas é incorporada no concelho de Pampilhosa da Serra; Orvalho e Vilar Barroco regressam ao concelho do Fundão. Quase dois anos depois, mais propriamente a 28 de Dezembro de 1869, o Concelho de Oleiros é restaurado com todos os lugares que antes lhe pertenciam. Deixando Cambas, em consequência disso, o concelho de Pampilhosa, assim como Orvalho e Vilar Barroco deixam o concelho do Fundão.
Finalmente a 7 de Setembro de 1895 a Freguesia de Cambas é dissolvida, passando Pisoria, Rouco de Cima e Rouco de Baixo, aldeias da margem esquerda do rio, para a Freguesia de Amieira, continuando por isso a pertencer ao Concelho de Oleiros; as aldeias da margem direita do rio, que constituem a maior parte da Freguesia e onde se encontra localizada a sede, passaram a pertencer à Freguesia de Janeiro de Baixo e, consequentemente, incorporadas no concelho de Pampilhosa da Serra. No ano seguinte, mais propriamente a 21 de Maio de 1896 a freguesia é restaurada com todos os lugares que antes lhe pertenciam, e em consequência disso passou a pertencer, até hoje, ao Concelho de Oleiros.
Pedro Roque
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Aqui vou eu!
Ceiroquinho, aldeia comunitária, plantada num profundo vale, agasalhada por altos montes que a rodeiam, é uma aldeia presépio a espreguiçar-se pela encosta acima virada ao sul, recebendo a luz e o calor do sol acariciador.António Jesus Fernandes
Festas simples sem pompas, mas com muita alegria, onde a amizade, a união, o convívio da familia ceiroquinhense são uma constante.
Sábado dia 11 de Agosto tradicional convívio da família Ceiroquinhense no lugar de Ceiroquinho, terra dos meus avós paternos, com a presença habitual de alguns familiares de Janeiro de Cima.
O melhor está para vir
Entring Book
Contra o uso de peles
Foto cedida por la organización Personas por la Ética en el Trato de los Animales (PETA) que muestra una foto de la supermodelo Joanna Krupa posando ante el skyline de Hong Kong en la campaña de PETA contra el uso de pieles "Mejor desnuda que con pieles". Krupa, elegida como la mujer más bella del mundo por las revistas Maxim, FHM y GQ, ha sido fotografiada para esta campaña por el reconocido fotógrafo de modelos Robert Sebree.
24 horas en imágenes - 20minutos
Rua Condessa das Canas
A morte de D. Maria Isabel, em 1879, sem deixar descendência, significou um golpe decisivo no pouco que restava da velha aristocracia local. Quando o povo da sua terra soube que a Condessa havia deixado quase todos os seus bens à Santa Casa de Misericórdia - assistiu-se, por assim dizer, ao milagre maravilhoso de a ver renascer para sempre no coração agradecido dos conterrâneos... E a partir daí, os arganilenses começaram a olhar a Misericórdia como uma espécie de símbolo institucional da Condessa; dediquemos-lhe então algumas palavras, se bem que forçosamente breves.
No historial desta instituição é conveniente distinguir duas fases: antes e depois do falecimento de D. Maria Isabel. Na primeira, que durou cerca de duzentos anos (de 1674 a 1879), deve ter tido uma existência extremamente difícil, por escassez de meios, circunscrevendo-se a sua acção social, provavelmente e a bem dizer, à pia função de enterrar os mortos pobres; na segunda, porém, uma vez cumprido o "testamento", a Misericórdia iria desenvolver uma acção notabilíssima, que chegou aos nossos dias. Na verdade, ao longo de muitos anos, o povo de Arganil pôde usufruir dum invejável serviço de assistência hospitalar, em edifício próprio e com pessoal técnico privativo - prestado pelo Hospital Condessa das Canas, cujas instalações aqui vemos, no sítio onde outrora se erguia o solar da testadora -, sem prejuízo do fornecimento diário duma refeição aos pobres mais necessitados da vila, e de, a partir de certa data, manter um Asilo para idosos em funcionamento. Há anos, porém, como sabemos, o Hospital foi integrado no Serviço Nacional de Saúde. Entretanto a Misericórdia, para mais dispondo de novas e avultadas dádivas que foi recebendo, entre outras realizações, construiu e pôs a funcionar, em 1988, o Lar de Terceira Idade e Centro de Dia Comendador Cruz Pereira - um benemérito da terra -, e em 92, o complexo Desportivo José Miguel Coimbra - um jovem que perdeu a vida na flor da mocidade, deixando a vila mergulhada em grande consternação -, com piscinas e recinto para jogos diversos, cujas instalações de ambos podem ser vistas daqui (mas que ficam já fora do "centro histórico").
Aludi há pouco à boa qualidade da assistência médica que o Hospital da Misericórdia proporcionou aos moradores do concelho de Arganil ao longo de quase um século. É claro que tal nunca seria possível sem uma grande dedicação do pessoal médico e auxiliar do Hospital. E quem poderia simbolizar melhor essa dedicação que o dr. Fernando Valle (nasceu em 1900), que durante anos ali foi director? Natural é pois que os amigos deste quisessem, há anos, em 1989, perpectuar a memória da sua passagem por Arganil - mandando erigir, à entrada do "pavilhão" do hospital, o busto que temos em frente. É obra do escultor Celestino Alves André que se preocupou, sobretudo, em reproduzir os traços fisionómicos do homenageado; porém, estamos em dizer, que este melhor identificado está nas palavras que descrevem um faceta do seu carácter, e, em boa hora, foram inscritas no respectivo pedestal: são de Miguel Torga, que se refere ao amigo nestes termos:
"Nenhuma prepotência o vergou e desviou do recto caminho cívico da tolerância, da justiça e da liberdade".
Mas Miguel Torga - o médico Adolfo Rocha, como sabemos - deixou o nome ligado ao Hospital de Arganil ainda por outra forma, e em consequência do Hospital lhe ter aberto generosamente as portas em período difícil da sua carreira profissional. O otorrino jamais esqueceria este gesto, e quis recordá-lo, quando deu, por finda essa carreira, oferecendo à Misericórdia o equipamento cirúrgico do seu consultório do Largo da Portagem, em Coimbra. Atitude a que a Santa Casa soube corresponder - reconheçamo-lo -, montando com o material oferecido um pequeno museu no átrio do velho edifício do Hospital, e enriquecendo, por esta forma, com uma "peço" de valor inestimável, o património cultural da vila. É com o maior empenhamento que lhes sugiro uma visita - ainda que forçosamente breve ao "museu" para recordarmos essa ligação a Arganil do grande vulto da cultura portuguesa que Miguel Torga foi.
Ainda na Rua Condessa das Canas temos a Capela da Misericórdia, nome por que é conhecido o templo que vemos, à direita. A circunstância de ficar junto às antigas instalações do solar da Condessa pode levar a supor que terá começado por ser capela do dito solar; mas não: a sua existência deve estar ligada à fundação da Santa Casa, tendo nascido logo como Capela da Misericórdia. Só que, nessa altura, não devia passar dum pequeno templo, o qual, em 1777, iria ser objecto de reconstrução, que lhe terá dado o aspecto que hoje tem.
Na história desta capela há a nota curiosa de haver sido utilizada como instalação logística pelas forças de Welington, aquando das Invasões Francesas.
No quarteirão seguinte depara-se-nos, com o n.º15, o edifício da "Casa do Povo", o qual, aliás, começou por ser construido pela Santa Casa para asilo de velhos indigentes. Nos anos novecentos e trinta, com o edifício ainda por acabar, os "estudantes" da vila (que nesse tempo andavam quase todos em Coimbra), quando vinham passar férias à terra, organizavam bailes que chegaram a atingir certo brilho local: era no "salão do primeiro andar" que esses bailes se faziam. A entrada era então pela actual Rua Armando Nogueira de Carvalho - um arganilense que contribuiu com importantes donativos para a efectivação de vários melhoramentos da vila. Mas a Santa Casa, revendo as contas, decidiu que lhe convinha mais ceder o edifício a quem eventualmente estivesse interessado no seu aproveitamento - o que viria a acontecer à Casa do Povo -, e instalar o asilo numa parte dos baixos de Hospital, como realmente aconteceu.
Roteiro Cultural do Centro Histórico de Arganil
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Uma tendência que se afirma
Según la encuesta, el negocio publicitario deberá invertir cada vez más dinero en marketing digital.
Cada vez nos gusta más internet y menos el medio tradicional
Foto Galeria
Dos indígenas observan una cámara de video en la región amazónica de Xingú, Brasil. Los casi 400.000 indígenas brasileños gozan de una protección legal, respaldada por la Constitución de 1988, que les garantiza la delimitación progresiva de un millón de kilómetros cuadrados de territorio, aunque ello no ha impedido que sean víctimas de terratenientes.Día Internacional de las Poblaciones Indígenas
Um mundo de fantasia
Magos, elfos... La ciencia ficción y la fantasía online arrasan en el ordenadorQPM
Un grupo de científicos franceses dicen que es posible establecer el perfil de la personalidad de un individuo a través de impulsos biofísicos.Inventan una máquina que detecta la personalidad
Rua D. Maria Constança da Silveira
Roteiro Cultural do Centro Histórico de Arganil
Jardim do Hospital
Sempre em domínios do antigo legado da Condessa, podemos ver daqui, na continuação do Jardim, o Parque Infantil Eng. António Silvestre Almeida Leitão. O Eng. António Leitão era um estimável arganilense, muito ligado a Vila Cova do Alva (pois era filho do dr. José Antunes Leitão, que fora "subdelegado de saúde" nesta vila e dali era natural). Faleceu em 1958, muito novo ainda, vítima de desastre de automóvel em que seguia com sua mãe, em condições particularmente trágicas para esta: assistiu à morte do filho por afogamento num açude do Ceira, onde o carro fora cair após se ter despistado, - sem lhe poder acudir! Querendo perpetuar a memória do filho, subsidiou a construção deste parque - a que a Santa Casa deu o nome do malogrado arganilense.
Ao Parque Infantil segue-se a Mata do Hospital - um parque de lazer que constitui uma verdadeira preciosidade do património cultural de Arganil.
Roteiro Cultural do Centro Histórico de Arganil
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Sindicato dos trabalhadores e operários da Blogosfera!
La blogosfera tiene poder. Lo saben las empresas, que han comenzado a dedicar recursos exclusivos para el envío de información a los autores de los blogs. Lo saben los políticos, que abren blogs para ganarse el favor de un tipo de público distinto. Y lo saben los propios blogueros, que observan cómo sus pequeñas páginas son visitadas cada día con más frecuencia.
Crear un sindicato, el objetivo bloguero
Rua Veiga Simões
Alberto da Veiga Simões, nasceu em Arganil, em 1888, falecendo, numa clínica, em França, onde então residia, em 1954; passou uma boa parte da existência fora do País, que a tanto era obrigado pela carreira diplomática que escolheu, depois de um período de intenso envolvimento na vida política nacional.
Nesta rua, começaremos por lembrar que no primeiro andar do primeiro prédio que se nos depara à esquerda nasceu, em 1911, Albano Nogueira, o qual, ainda estudante de Direito, em Coimbra, já se distinguia como homem de Letras, muito ligado ao "Grupo da Presença". Não obstante ter enveredado cedo pela vida diplomática - tendo chegado a embaixador -, nunca poria completamente de parte a actividade literária, domínio em que grangeou estatuto de crítico consagrado.
O actual aspecto da casa (propriedade do embaixador e seus sobrinhos) é resultado das sucessivas transformações que sofreu o antigo solar duma família de apelido Pimentel, solar que, (segundo Regina Anacleto) ainda existia no último quartel do século XIX. Foi adquirido por um antepassado dos actuais proprietários, que iniciou o processo dessas transformações, as quais acabariam por descaracterizar o aspecto do velho edifício.
Logo a seguir, ainda do lado esquerdo, temos o começo da antiga Rua do Cotovelo, hoje Rua de A Comarca de Arganil, na qual este conhecido periódico teve as primeiras instalações.
A historiadora Regina Anacleto nasceu no prédio que vem depois. Do outro lado, surge-nos, com o n.º 19, a casa onde viveu Guilherme Ferreira Rodrigues, que fez parte, como enfermeiro, da equipa chefiada pelo dr. Fernando Vale, que já referimos atrás. A população da vila ainda hoje recorda, com saudade, o homem bom e o enfermeiro competente e deligente que Guilherme Ferreira Rodrigues foi.
No extremo da rua, n.º1 e 3, fazendo esquina com a Rua Jornal de Arganil, podemos ver o edifício onde este outro semanário arganilense teve as suas primeiras instalações.
Roteiro Cultural do Centro Histórico de Arganil
LRRTM1
Un estudio descubre que este gen condiciona la asimetría del cerebro.
Además, puede estar detrás de trastornos como la esquizofrenia.
Los autores del estudio no vinculan el ser zurdo a ser esquizofrénico.
¿Qué nos hace ser diestros o zurdos?
A pesca em Gaza
Expo Mundial de la Cultura 2007














