“Se um dia disserem que o seu trabalho não é de um profissional, lembre-se: A Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic…“
sexta-feira, 4 de maio de 2007
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Liberdade de imprensa
¡Los lectores al poder! (Día Internacional de la Libertad de Prensa)
Hoy, día Internacional de la Libertad de Prensa, creo que resulta importante no sólo rendir homenaje a los 82 periodistas que el año pasado murieron en países como Irak, Filipinas o México, sino reflexionar sobre el estado de la comunicación aquí, en el mundo desarrollado, donde...
Hoy, día Internacional de la Libertad de Prensa, creo que resulta importante no sólo rendir homenaje a los 82 periodistas que el año pasado murieron en países como Irak, Filipinas o México, sino reflexionar sobre el estado de la comunicación aquí, en el mundo desarrollado, donde...
Um rio de revolta - primeiras horas
o tempo parece ter parado, apenas o rio Mondego e Coimbra continuam o seu caminho.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Um rio de revolta
Palavras para uma tia Das terras em que andei quando menino
Não consigo aceitar a ideia de que de acordo com esse estado de coisas poderia acabar por morrer!,...
Não consigo aceitar a ideia de que de acordo com esse estado de coisas poderia acabar por morrer!,...
Como se me tirassem das mãos um livro que estou a ler com infinita curiosidade. É inconcebível. Mas se fosse apenas isso não seria grave, o mal é que também deixaria de haver outros livros, a vida como códice único.
A vida é ainda medieval./... Continuo igual ao que sempre fui, oscilando entre a ira e o riso que as coisas me provocam, sem meio-termo.../ Ou me enfureço ou me rio, ou ambas as coisas ao mesmo tempo, e ambas no meu íntimo. Não mudo. A doença devia fazer-me mudar, ser mais reflexivo e mais morno. Contudo, a doença não me enfurece nem me faz rir. Se continua a avançar, se se confirma (volto a fazer figas), ir-me-ei observando. Estou assustado.
Do Livro de Javier Marías "Todas as Almas" pp 39-41
A vida é ainda medieval./... Continuo igual ao que sempre fui, oscilando entre a ira e o riso que as coisas me provocam, sem meio-termo.../ Ou me enfureço ou me rio, ou ambas as coisas ao mesmo tempo, e ambas no meu íntimo. Não mudo. A doença devia fazer-me mudar, ser mais reflexivo e mais morno. Contudo, a doença não me enfurece nem me faz rir. Se continua a avançar, se se confirma (volto a fazer figas), ir-me-ei observando. Estou assustado.
Do Livro de Javier Marías "Todas as Almas" pp 39-41
terça-feira, 1 de maio de 2007
Mártires de Chicago
Se com o nosso enforcamento vocês pensam em destruir o movimento operário - este movimento de milhões de seres humilhados, que sofrem na pobreza e na miséria, esperam a redenção – se esta é sua opinião, enforquem-nos. Aqui terão apagado uma faísca, mas lá e acolá, atrás e na frente de vocês, em todas as partes, as chamas crescerão. É um fogo subterrâneo e vocês não poderão apagá-lo!"
Spies fez a sua última defesa.
Spies fez a sua última defesa.
Parsons, Engel, Spies e Fischer foram enforcados, Lingg (ao centro) suicidou-se na prisão.
Lázaro Curvêlo Chaves
© Copyleft LCC Publicações Eletrônicas - Todo o conteúdo desta página pode ser distribuído exclusivamente para fins não comerciais desde que mantida a citação do Autor e da fonte.
1º de Maio – Dia Mundial do Trabalho
O retrocesso vivido nestes primórdios do século XXI remete-nos diretamente aos piores momentos dos primórdios do Modo de Produção Capitalista, quando ainda eram comuns práticas ainda mais selvagens. Não apenas se buscava a extração da mais-valia, através de baixos salários, mas até mesmo a saúde física e mental dos trabalhadores estava comprometida por jornadas que se estendiam até 17 horas diárias, prática comum nas indústrias da Europa e dos Estados Unidos no final do século XVIII e durante o século XIX. Férias, descanso semanal e aposentadoria não existiam. Para se protegerem em momentos difíceis, os trabalhadores inventavam vários tipos de organização – como as caixas de auxílio mútuo, precursoras dos primeiros sindicatos.Com as primeiras organizações, surgiram também as campanhas e mobilizações reivindicando maiores salários e redução da jornada de trabalho. Greves, nem sempre pacíficas, explodiam por todo o mundo industrializado. Chicago, um dos principais pólos industriais norte-americanos, também era um dos grandes centros sindicais. Duas importantes organizações lideravam os trabalhadores e dirigiam as manifestações em todo o país: a AFL (Federação Americana de Trabalho) e a Knights of Labor (Cavaleiros do Trabalho). As organizações, sindicatos e associações que surgiam eram formadas principalmente por trabalhadores de tendências políticas socialistas, anarquistas e social-democratas. Em 1886, Chicago foi palco de uma intensa greve operária. À época, Chicago não era apenas o centro da máfia e do crime organizado era também o centro do anarquismo na América do Norte, com importantes jornais operários como o Arbeiter Zeitung e o Verboten, dirigidos respectivamente por August Spies e Michel Schwab.Como já se tornou praxe, os jornais patronais chamavam os líderes operários de cafajestes, preguiçosos e canalhas que buscavam criar desordens. Uma passeata pacífica, composta de trabalhadores, desempregados e familiares silenciou momentaneamente tais críticas, embora com resultados trágicos no pequeno prazo. No alto dos edifícios e nas esquinas estava posicionada a repressão policial. A manifestação terminou com um ardente comício.No dia 3, a greve continuava em muitos estabelecimentos. Diante da fábrica McCormick Harvester, a policia disparou contra um grupo de operários, matando seis, deixando 50 feridos e centenas presos, Spies convocou os trabalhadores para uma concentração na tarde do dia 4. O ambiente era de revolta apesar dos líderes pedirem calma.Os oradores se revesavam; Spies, Parsons e Sam Fieldem, pediram a união e a continuidade do movimento. No final da manifestação um grupo de 180 policiais atacou os manifestantes, espancando-os e pisoteando-os. Uma bomba estourou no meio dos guardas, uns 60 foram feridos e vários morreram. Reforços chegaram e começaram a atirar em todas as direções. Centenas de pessoas de todas as idades morreram.A repressão foi aumentando num crescendo sem fim: decretou-se “Estado de Sítio” e proibição de sair às ruas. Milhares de trabalhadores foram presos, muitas sedes de sindicatos incendiadas, criminosos e gângsters pagos pelos patrões invadiram casas de trabalhadores, espancando-os e destruindo seus pertences.A justiça burguesa levou a julgamento os líderes do movimento, August Spies, Sam Fieldem, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Shwab, Louis Lingg e Georg Engel. O julgamento começou dia 21 de junho e desenrolou-se rapidamente. Provas e testemunhas foram inventadas. A sentença foi lida dia 9 de outubro, no qual Parsons, Engel, Fischer, Lingg, Spies foram condenados à morte na forca; Fieldem e Schwab, à prisão perpétua e Neeb a quinze anos de prisãoNo dia 11 de novembro, Spies, Engel, Fischer e Parsons foram levados para o pátio da prisão e executados. Lingg não estava entre eles, pois suicidou-se. Seis anos depois, o governo de Illinois, pressionado pelas ondas de protesto contra a iniqüidade do processo, anulou a sentença e libertou os três sobreviventes.Em 1888 quando a AFL realizou o seu congresso, surgiu a proposta para realizar nova greve geral em 1º de maio de 1890, a fim de se estender a jornada de 8 horas às zonas que ainda não haviam conquistado.No centenário do início da Revolução Francesa, em 14 de julho de 1889, reuniu-se em Paris um congresso operário marxista. Os delegados representavam três milhões de trabalhadores. Esse congresso marca a fundação da Segunda Internacional. Nele Herr Marx expulsou os anarquistas, cortou o braço esquerdo do movimento operário num momento em que a concordância entre todos os socialistas, comunistas e anarquistas residia na meta: chegada a uma sociedade sem classes, sem exploração, justa, fraterna e feliz. Os meios a empregar-se para atingir aquele objetivo constituíam os principais pontos de discordância: Herr Marx, com toda a sua genialidade incontestável, levou adiante a tese de que somente através de uma “Ditadura do Proletariado” se poderia ter os meios necessários à abolição da sociedade de classes, da exploração do homem pelo homem. Mikhail Bakunin, radical libertário, contrapondo-se a Marx, criou a nova máxima: “Não se chega à Luz através das Trevas.” Segundo o Anarquista russo, deve-se buscar uma sociedade feliz, sem classes, sem exploração e sem “ditadura” intermediária de espécie alguma! A tendência majoritária do Congresso ficou em torno de Herr Marx e os Anarquistas foram, vale repetir, expulsos. Muitos têm apontado nesta ruptura de 1890 os motivos do fracasso do socialismo dito “real”: enfatizou-se mais do que o necessário a questão da “ditadura” e o “proletariado” acabou esquecido. A própria China de hoje (2004) é disso exemplo: uma pequenina casta de empresários lidera ditatorialmente uma nação equalizada à força aproximando perigosamente aquela tendência do neoliberalismo...Fechando este parêntese que já vai longo, voltemos à reunião do Congresso Operário de 1890: na hora da votar as resoluções, o belga Raymond Lavigne encaminhou uma proposta de organizar uma grande manifestação internacional, ao mesmo tempo, com data fixa, em todas os países e cidades pela redução da jornada de trabalho para 8 horas e aplicação de outras resoluções do Congresso Internacional. Como nos Estados Unidos já havia sido marcada para o dia 1º de maio de 1890 uma manifestação similar, manteve-se o dia para todos os países.No segundo Congresso da Segunda Internacional em Bruxelas, de 16 a 23 de setembro de 1891, foi feito um balanço do movimento de 1890 e no final desse encontro foi aprovada a resolução histórica: tornar o 1º de maio como "um dia de festa dos trabalhadores de todos os países, durante o qual os trabalhadores devem manifestar os objetivos comuns de suas reivindicações, bem como sua solidariedade".Como vemos, a greve de 1º de maio de 1886 em Chicago, nos Estados Unidos, não foi um fato histórico isolado na luta dos trabalhadores, ela representou o desenrolar de um longo processo de luta em várias partes do mundo que, já no século XIX, acumulavam várias experiências no campo do enfrentamento entre o capital (trabalho morto apropriado por poucos) versus trabalho (seres humanos vivos, que amam, desejam, constroem e sonham!).O incipiente movimento operário que nascera com a revolução industrial, começava a atentar para a importância da internacionalização da luta dos trabalhadores. O próprio massacre ao movimento grevista de Chicago não foi o primeiro, mas passou a simbolizar a luta pela igualdade, pelo fim da exploração e das injustiças.Muitos foram os que tombaram na luta por mundo melhor, do massacre de Chicago aos dias de hoje, um longo caminho de lutas históricas foi percorrido. Os tempos atuais são difíceis para os trabalhadores, a nova revolução tecnológica criou uma instabilidade maior, jornadas mais longas com salários mais baixos, cresceu o número de seres humanos capazes de trabalhar, porém para a nova ordem eles são descartáveis. Essa é a modernidade neoliberal, a realidade do século que iniciamos, a distância parece pequena em comparação com a infância do capitalismo, parecemos muito mais próximos dela do que da pseudo racionalidade neoliberal, que muitos ideólogos querem fazer crer.A realidade nos mostra a face cruel do capital, a produção capitalista continua a fazer apelo ao trabalho infantil, somente na Ásia, seriam 146 milhões nas fábricas, e segundo as Nações Unidas, um milhão de crianças são lançadas no comércio sexual a cada ano!A situação da classe trabalhadora não é fácil; nesse período houve avanços, mas a nova revolução tecnológica do final do século XX trouxe à tona novamente questões que pareciam adormecidas. Tal qual no final do século XIX, a redução da jornada de trabalho é a principal bandeira do movimento sindical brasileiro; na outra ponta uma sucessão de governos neoliberais (Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva) fazem o inimaginável pela supressão de direitos trabalhistas conquistados a duras penas ao longo dos anos (13º salário, direito a férias remuneradas, multa de 40% por rompimento de contrato de trabalho, Licença Maternidade, etc.) ampliando as dificuldades ao trabalho, principalmente face a uma crise de desemprego crescente, e simplificando cada vez mais a vida da camada patronal. Neste sentido, naturalmente, a reflexão das lutas históricas passadas torna-se essencialmente importante, como aprendizagem para as lutas atuais.
Lázaro Curvêlo Chaves - Primeiro de Maio de 2004© Copyleft LCC Publicações Eletrônicas - Todo o conteúdo desta página pode ser distribuído exclusivamente para fins não comerciais desde que mantida a citação do Autor e da fonte.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
domingo, 29 de abril de 2007
"Disputa por votos"
ELEIÇÕES FRANCESAS
Disputa por votos na mídia segmentada
Por Jean-Michel Normand
Reproduzido Mídia&Política (nº 31, 20/4/2007) sobre matéria do Le Monde;
tradução de Fábio Pereira
A eleição presidencial não é somente o encontro entre um homem ou uma mulher e o conjunto dos franceses. É também uma confrontação entre um candidato e toda uma série de eleitores marcados, sobriamente designados pelo vocábulo "públicos específicos". Como testemunho, a massa de entrevistas e questionários dirigidos pelas publicações especialziadas e revistas, abordando ocasionalmente assuntos bastante precisos, e que são respondidos pelos protagonistas na corrida pelo Elysée. No caso dos candidatos François Bayrou, Ségolène Royal et Nicolas Sarkozy, as estimativas variam entre 160 e 300 intervenções nessas mídias. "Com relação a 2002, nós dobramos esse tipo de intervenção, assegura um conselheiro de François Bayrou.
"Formadores de opinião bastante importantes". Se a candidata socialista – diferente dos seus dois principais rivais – não viu interesse em responder à Echecs Magazine (sobre xadrez), François Bayrou nunca diz não. Ele também exprimiu suas convicções centristas na L’Essor, de associação de condomínios e na Funérarium magazine (revista funerária).
Assuntos voláteis
No QG de Nicolas Sarkozy, onde dizem receber cerca de vinte solicitações por dia, toda a equipe trabalha "para responder a essas mídia que se constituem em formadores de opinião extremamente importantes". Os candidatos não respondem pessoalmente à solicitações "setoriais", mais dizem controlar as respostas feitas em seu nome.
A multiplicação dessas iniciativas dirigidas a públicos específicos se inscreve na lógica de uma campanha eleitoral sem tema central dominante, onde os assuntos da confrontação são voláteis e que vê cada candidato desenvolver seu próprio argumento independentemente dos concorrentes. Para as revistas destinatárias dessas invervenções, trata-se frequentemente de realizar um lobby. Architecture, Bois et Dépendance (Arquitetura, Madeira e Dependência), uma revista que defende a causa das casas de madeira, se alegrou por ter recolhido declarações – todas muito favoráveis – de sete candidatos, incluindo os três principais. "Isso terá igualmente um impacto sobre os governantes, notadamente aqueles que se recusarem a conceder as permissões para construir habitações em madeira", assegura um dos responáveis pela revista.
Ségolène Royal nega-se a a reconhecer que cedeu a uma prática corporatista. "Na realidade, as questões muito especializadas que nos são dirigidas não são tão numerosas. Essas entrevistas permitem à candidata a ampliar o tema abordado", insiste um assessor que vê na multiplicação dos questionários aplicados pelas revistas especializadas a consequência de um tipo de "effet-Hulot", como um eco à constituição para o meio ambiente submetida aos políticos pelo apresentador do canal TF1
Uma colaboradora de François Bayrou destaca igualmente o que ele designa como um dos paradoxos deste escrutínio presidencial. "A forte frequentação dos comícios traduz uma busca de sentido em torno dos grandes debates mas, em paralelo, as pessoas querem que os candidatos se dirijam também a seus centros de interesse individual, incluindo os mais específicos"
Disputa por votos na mídia segmentada
Por Jean-Michel Normand
Reproduzido Mídia&Política (nº 31, 20/4/2007) sobre matéria do Le Monde;
tradução de Fábio Pereira
A eleição presidencial não é somente o encontro entre um homem ou uma mulher e o conjunto dos franceses. É também uma confrontação entre um candidato e toda uma série de eleitores marcados, sobriamente designados pelo vocábulo "públicos específicos". Como testemunho, a massa de entrevistas e questionários dirigidos pelas publicações especialziadas e revistas, abordando ocasionalmente assuntos bastante precisos, e que são respondidos pelos protagonistas na corrida pelo Elysée. No caso dos candidatos François Bayrou, Ségolène Royal et Nicolas Sarkozy, as estimativas variam entre 160 e 300 intervenções nessas mídias. "Com relação a 2002, nós dobramos esse tipo de intervenção, assegura um conselheiro de François Bayrou.
"Formadores de opinião bastante importantes". Se a candidata socialista – diferente dos seus dois principais rivais – não viu interesse em responder à Echecs Magazine (sobre xadrez), François Bayrou nunca diz não. Ele também exprimiu suas convicções centristas na L’Essor, de associação de condomínios e na Funérarium magazine (revista funerária).
Assuntos voláteis
No QG de Nicolas Sarkozy, onde dizem receber cerca de vinte solicitações por dia, toda a equipe trabalha "para responder a essas mídia que se constituem em formadores de opinião extremamente importantes". Os candidatos não respondem pessoalmente à solicitações "setoriais", mais dizem controlar as respostas feitas em seu nome.
A multiplicação dessas iniciativas dirigidas a públicos específicos se inscreve na lógica de uma campanha eleitoral sem tema central dominante, onde os assuntos da confrontação são voláteis e que vê cada candidato desenvolver seu próprio argumento independentemente dos concorrentes. Para as revistas destinatárias dessas invervenções, trata-se frequentemente de realizar um lobby. Architecture, Bois et Dépendance (Arquitetura, Madeira e Dependência), uma revista que defende a causa das casas de madeira, se alegrou por ter recolhido declarações – todas muito favoráveis – de sete candidatos, incluindo os três principais. "Isso terá igualmente um impacto sobre os governantes, notadamente aqueles que se recusarem a conceder as permissões para construir habitações em madeira", assegura um dos responáveis pela revista.
Ségolène Royal nega-se a a reconhecer que cedeu a uma prática corporatista. "Na realidade, as questões muito especializadas que nos são dirigidas não são tão numerosas. Essas entrevistas permitem à candidata a ampliar o tema abordado", insiste um assessor que vê na multiplicação dos questionários aplicados pelas revistas especializadas a consequência de um tipo de "effet-Hulot", como um eco à constituição para o meio ambiente submetida aos políticos pelo apresentador do canal TF1
Uma colaboradora de François Bayrou destaca igualmente o que ele designa como um dos paradoxos deste escrutínio presidencial. "A forte frequentação dos comícios traduz uma busca de sentido em torno dos grandes debates mas, em paralelo, as pessoas querem que os candidatos se dirijam também a seus centros de interesse individual, incluindo os mais específicos"
sábado, 28 de abril de 2007
Em Viagem - Eu Já Estive Aqui
Eu Já Estive Aqui's Photos - José Carlos Dias
Antes de partir. Curvímetro e Contaquilómetros. Durante a expedição a Bússola. Depois os Binóculos. Mapas, Escalas, e Curvas de nível.
Eu Já Estive Aqui pode ser acompanhada pelo Ensign GPS que indicará a posição do viajante 24 horas por dia em qualquer lugar do mundo. Vai receber o sinal a partir de 3 satélites.
Documentação - pessoal e do veículo.
Segurança - cartões de crédito.
Saúde - pulseira com os dados clínicos.
Água - purificadores químicos.
Navegação - mapas, curvímetro e GPS.
Sinalização - frascos de fumo.
Alimentação - comida liofilizada.
Descanso - mantas (hipotérmicas ou de alumínio).
Higiene - duche solar.
Equipamento - Mochilas.
Calçado - sapatos de lona.
Roupa - Polos.
Utensílios - navalha multiuso.
E Também...PC portátil e equipamento fotográfico.
O viajante dos anos 90 leva o GPS ( Global Position System ), que lhe permite situar qualquer ponto do planeta em apenas um minuto. 20 satélites fazem parte desta rede que emite ondas de localização durante todo o dia. O GPS mede o tempo que demora um sinal a chegar ao satélite. A latitude e a longitude são mostradas no ecrã do GPS em graus , minutos e segundos. Também a altitude pode ser determinada.
A margem de erro é de apenas 20 metros. Pode ser utilizado, em quaisquer condições atmosféricas.
O viajante vai ter oportunidade de o utilizar. Pesa apenas 397 gramas.
Antes de partir. Curvímetro e Contaquilómetros. Durante a expedição a Bússola. Depois os Binóculos. Mapas, Escalas, e Curvas de nível.
Eu Já Estive Aqui pode ser acompanhada pelo Ensign GPS que indicará a posição do viajante 24 horas por dia em qualquer lugar do mundo. Vai receber o sinal a partir de 3 satélites.
Documentação - pessoal e do veículo.
Segurança - cartões de crédito.
Saúde - pulseira com os dados clínicos.
Água - purificadores químicos.
Navegação - mapas, curvímetro e GPS.
Sinalização - frascos de fumo.
Alimentação - comida liofilizada.
Descanso - mantas (hipotérmicas ou de alumínio).
Higiene - duche solar.
Equipamento - Mochilas.
Calçado - sapatos de lona.
Roupa - Polos.
Utensílios - navalha multiuso.
E Também...PC portátil e equipamento fotográfico.
O viajante dos anos 90 leva o GPS ( Global Position System ), que lhe permite situar qualquer ponto do planeta em apenas um minuto. 20 satélites fazem parte desta rede que emite ondas de localização durante todo o dia. O GPS mede o tempo que demora um sinal a chegar ao satélite. A latitude e a longitude são mostradas no ecrã do GPS em graus , minutos e segundos. Também a altitude pode ser determinada.
A margem de erro é de apenas 20 metros. Pode ser utilizado, em quaisquer condições atmosféricas.
O viajante vai ter oportunidade de o utilizar. Pesa apenas 397 gramas.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Em viagem - GPS

O viajante dos anos 90 leva o GPS ( Global Position System ), que lhe permite situar qualquer ponto do planeta em apenas um minuto. 20 satélites fazem parte desta rede que emite ondas de localização durante todo o dia. O GPS mede o tempo que demora um sinal a chegar ao satélite. A latitude e a longitude são mostradas no ecrã do GPS em graus , minutos e segundos. Também a altitude pode ser determinada. A margem de erro é de apenas 20 metros. Pode ser utilizado, em quaisquer condições atmosféricas.
Em viagem
O tomtom obviamente é o ponto de partida. Não se quer outra coisa em qualquer ponto do mundo.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Autoridade e disciplina
...depois do 25 de Abril, na educação se perdeu a autoridade do professor, o que teve como consequência a perda da disciplina e, por arrasto, o desaparecimento do esforço, ao se considerar que a aprendizagem...
PC a tempo inteiro
Tus cosas, siempre a mano
NTRconnect te permitirá acceder a tu ordenador desde cualquier lugar del mundo.
Esta aplicación se llama NTRconnect, es gratuita y se puede descargar desde su web.
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