Mundo La revolución ha sido anónima, pero con millones de caras
“Se um dia disserem que o seu trabalho não é de um profissional, lembre-se: A Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic…“
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Gronelândia
sábado, 12 de fevereiro de 2011
12 poetas

De izquierda a derecha y de arriba a abajo: A. Pérez Cañamares, A. Colinas, Caballero Bonald, Clara Janés, García Montero, García Valdés, G. Carnero, J. Margarit, J.L. Rey, L. Miguel, P. Fidalgo y V. Gallego
Poesía: Última hora
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Aldeia do Colcurinho
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Pakistan: daily life
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Afghanistan, January 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
la rubia inmortal
El forense de Marilyn cuenta la autopsia
Por las manos de T. T. Noguchi pasaron los cuerpos de Robert Kennedy, Sharon Tate o Natalie Wood. Ahora cuenta sus secretos
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A "queda" de um mito
Simone Moro tumba un mito del himalayismo
ÓSCAR GOGORZA
El italiano conquista el G II, sin cuerda fija y a 46 bajo cero, y es el primer alpinista en subir en invierno un ochomil del Karakorum
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Santo Antão - Padroeiro de Colcurinho
Santo Antão ficou fortemente impressionado com a seguinte passagem do Evangelho (S. Mateus 19-21): «Se queres ser perfeito, disse-lhe Jesus, vai vende tudo o que possuíres, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois vem e segue-Me». Reflectindo que foi aquilo o que os Apóstolos fizeram e sentiu que o convite também Lhe era dirigido, seguiu rigorosamente o apelo do Divino Mestre.
Esta resolução ficou registada na descrição da Sua vida. E foi esta passagem que Santo Agostinho leu cerca de cem anos depois e que contribuiu decisivamente para a Sua conversão, como Ele próprio afirma nas «Confissões» (Livro VIII), escritas no final do ano 397. Aliás toda a vida de Santo Antão foi um exemplo de Fé para o Bispo de Hipona.
Santo Antão retirou-se para o deserto, na região de Heraclea, escolhendo para viver umas antigas ruínas no cimo de um monte. Ali passou vinte anos isolado do mundo, contemplando a natureza, orando e meditando sobre a grandeza de Deus. Ainda que desejasse permanecer oculto, não pôde impedir que os Seus antigos amigos O viessem visitar. Encontraram-No na mesma apesar dos rigores da sua vida austera. Ao falar-lhes de Si, teve oportunidade de lhes transmitir as verdades da Religião cristã, de lhes chamar a atenção para a omnipotência de Deus — criador e ordenador admirável da harmonia do universo, etc. Alguns, entusiasmados e atraídos pela Sua sabedoria quiseram ser Seus discípulos e ter uma vida de recolhimento semelhante à Sua. Assim se formou uma comunidade de cenobitas. E passados dez anos as comunidades eram já várias. Santo Antão ia sempre instruindo os seus discípulos ora em comum ora em particular, em ordem à perfeição. Já de provecta idade consta que escreveu ao imperador Constantino para o prevenir dos perigos do arianismo e escreveu outra carta de protesto a Gregório, Bispo Ariano, que se havia tiranicamente apoderado da Igreja de Alexandria, depois da expulsão do legítimo Pastor.
Sabe-se que Santo Antão morreu, quando já era imperador Constâncio, num dia 17 de Janeiro os Seus discípulos cumpriram as ordens que lhes havia deixado: dar a Santo Atanásio uma das Suas túnicas e o manto e a outra túnica entregá-la a S. Serapião, Bispo de Thumis e ainda sepultar o Seu corpo ocultamente e não declarar a ninguém o lugar da sepultura. Mas a memória deste Santo ficou célebre na Igreja do Oriente. Passados duzentos anos as Suas preciosas relíquias foram transportadas solenemente para Alexandria e depois para Constantinopla, quando os Sarracenos se apoderaram do Egipto, e mais tarde vieram para França.
No ano 1089 uma terrível enfermidade, chamada fogo sagrado, fez perecer muita gente. Descobriu-se que o melhor remédio era invocar Santo Antão pelo que as Suas relíquias tornaram-se pólo de grande devoção, que foi até ao ponto de se formar uma nova Ordem de Clérigos Regulares — Cónegos de Santo Antão, que a partir de 1297 seguiam a Regra de Santo Agostinho. Dedicavam-se a curar doentes, inclusivamente leprosos. Usavam hábito preto, com uma cruz branca em forma de tau (simbolizava a maleta dos doentes).
A congregação já existia em Portugal no reinado de D. Sancho II. Os religiosos cuidavam de enfermos, especialmente os atacados pelo «fogo de Santo Antão». Chegou a haver cinco Mosteiros: Benespera (Guarda), junto à Ribeira de Teixeira, que era o mais antigo e cabeça de todos os outros; o segundo foi o de Santo Antão-o-Velho, em Lisboa, fundado cerca de 1400; Santo Antão da Aveleira, em Azêvo (Pinhel); em Marvila (Santarém); em S. Domingos de Besteiros (Diocese de Viseu). Os Cónegos de Santo Antão foram incorporados na Ordem de Malta e extintos em 1803.
A devoção ao Santo Abade ficou, todavia, radicada por terras Lusitanas. É orago de algumas Capelas antigas e há Paróquias que O têm como Padroeiro: Benespera (Guarda); Safundão (Pinhel); etc.
Iconograficamente representa-se como eremita com um bordão, uma cabaça, um livro e ainda com um animal a seu lado (boi ou suíno). Por vezes também é representado com hábito de frade tendo um livro e bengala abacial.
Parece estar historicamente confirmado que a Ilha de Santo Antão, em Cabo Verde, foi assim baptizada por ter sido descoberta num dia 17 de Janeiro.
in "BIOGRAFIAS DE SANTOS", A. Rocha Fontes, Edição do Autor, Torrozelo -1993
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
«Estão ali a chamá-lo para ir assistir a um parto, na Serra».
«Estão ali a chamá-lo para ir assistir a um parto, na Serra».
Levanto-me estremunhado, visto-me à pressa, e espreito por uma fresta da janela.
Amanhecia.
E dum céu cinzento e calmo, peneirava-se uma chuva miudinha, de molha parvos.
Abro a porta da rua.
Um recoveiro com um macho albardado seguro pela arreata, elucida-me:
— «É para ir tirar uma criança à Ti Maria Farrapeira, lá na Serra...».
Há quanto tempo está em trabalho de parto? Inquiri.
«Trabalho... Trabalho... Há quinze dias que não faz nada. Desde que lhe deram as dores».
Quer você dizer que está há quinze dias com as dores de parir?
«Pois claro! Aquilo berra p'ra lá que é de partir o coração dum seixo».
Eu é que fiquei com o ânimo partido ao receber tal notícia, seca e ríspida como a cara do carvoeiro.
Pode lá ser! Quinze dias em trabalho de parto!
Meto uma bucha à pressa; engulo-a sem vontade; preparo a mala dos ferros; e saio porta fora, mal humorado, rumo à minha primeira grande aventura de médico de aldeia.
O arreeiro, lesto, encostou a ilharga da besta ao primeiro montadoiro que apareceu, e eu escarranchei-me sobre o albardão, deitei uma manta pelas costas para me abrigar da chuva, e ala.
Quanto tempo gastamos para lá chegar? Pergunto ao meu companheiro de infortúnio.
«Três horas bem puxadas», retorquiu o almocreve. «Mas não se acobarde, que o animal é rijo, e eu vou para o que der e vier».
Nesse tempo eu era moço e ágil.
Nada me custava sacudir os rins sobre o dorso duma alimária, num percurso de três léguas, ao frio e à chuva.
Temia, sim, o caso bicudo que teria de resolver, ou não...
Quinze dias em trabalho de parto! Repetia intimamente.
E pelo meu espírito de médico novato, repleto de teoria mas vazio de prática, iam perpassando como num écran de cinema, todos os casos possíveis e imaginários, que os tratados de obstetrícia me haviam revelado. Que será de mim, nesse ermo serrano, sem recursos de espécie alguma, sem ajuda de colegas que possam valer-me?!
Por momentos, assaltava-me o desejo de voltar para trás, de declinar o cargo; de procurar outra profissão...
Mas uma voz interior segredava-me: «avança, aceita a luta, cumpre a tua obrigação».
O chuvisco continuava; e na sua teimosia, encharcara o cobertor que me abrigava, e começava a penetrar no fato.
As mãos entorpeciam-se-me com o frio, e tinha de as meter nos bolsos de quando em quando, largando as rédeas. Entretanto, o macho, velho conhecedor d'estes caminhos ásperos, ia cumprindo com zelo a sua tarefa, desviando-se cautelosamente dos precipícios, e evitando os espinhaços de xisto mais agudos.
O caminho, agora, era a meia encosta. Lá no fundo do vale, a ribeira, crescida, de águas barrentas, rugia entre os fraguedos.
A Serra, no seu silêncio misterioso, envolvia-nos por todos os lados.
A frente, o meu companheiro, sempre loquaz, ia encurtando a lonjura, com uma graçola picaresca ou uma história de lobos.
E eu, absorto no meu presságio de desgraça cada vez me sentia mais temeroso da tragédia que me esperava.
Mais um valeiro, mais outro, mais um monte a galgar, e por fim, o grito jubiloso do recoveiro:
— «Senhor doutor, é já além!».
Ergo os olhos, e descortino ao longe, numa prega da Serra, a aldeiazita parda, de casas iguais, muito aconchegadas umas às outras, como que a protegerem-se mutuamente das inclemências da Natureza.
Dos telhados baixos e cobertos de lousa, emergiam espirais de rumo, primeiro sinal de vida que eu descobria n'este cenário tétrico de montes e abismos.
Mais meia hora com os ossos aos baldões no dorso da cavalgadura, e eis-nos chegados.
Apeei-me mesmo à porta da parturiente, moído e encharcado.
Entro, e deparo com uma cena digna dos pincéis de Rembrandt.
No meio da quadra única do alapado casebre, jazia no chão, coberta com uma manta, a Maria Farrapeira, como morta.
A roda, um friso de mulheres, embiocadas em xailes pretos, em jeito de velar um defunto.
A um canto, a lareira a arder.
No extremo oposto, um catre, armado sobre dois bancos de pinho.
Um postigo estreito, sem vidraça, iluminava a custo aquele ambiente funério.
Afasto o séquito e dobro-me sobre os joelhos para observar a paciente.
Uns gemidos débeis e uma respiração superficial eram os únicos sinais visíveis duma vida prestes a extinguir-se.
Poiso as mãos sobre o ventre.
O útero, cansado de lutar, já não se contrai; deixa palpar os contornos do feto.
Acima da bacia, um globo enorme, denuncia uma cabeça monstruosa.
Ausculto o feto, e, como era de esperar, nem sinais de vida.
Tinha feito o diagnóstico: Um hidrocéfalo morto e a mãe moribunda.
Era preciso fazer alguma coisa. Preparo os ferros e ponho-os a ferver.
Uma velha do grupo, bate-me no ombro, chama-me de parte, e segreda-me ao ouvido:
— «Não vale a pena. Ela está a cumprir alguma hora que lhe falta...».
Não me convence.
Vêm-me à lembrança os versos de Fernando Pessoa:
«Tudo vale a pena se a alma não é pequena».
Eu tinha bem presente a técnica da craniotomia e levava comigo o material necessário.
Mando atravessar a parturiente na cama, e recruto para ajudantes três mulheres que me parecem mais limpas.
Você, carrega para baixo com as duas mãos n'esta saliência do ventre; você, segura esta perna; você esta.
Entendido?!
Tudo ensaiado e a postos, dei início à intervenção.
Com a mão esquerda em coifa, protegendo a ponta do perfurador, levo este até à cabeça do feto.
Com a mão direita empunhando o cabo, carrego e abro a brecha. Repentinamente, uma onda de líquido irrompe do corpo da Farrapeira, jorra para o sobrado, e inunda a casa.
Nisto, a ajudante que estava sobre a cama, salta para o sobrado, aperta as mãos na cabeça, e sai porta fora a gritar:
«Matou-a! Matou-a!».
As outras, imitam-lhe o gesto e seguem-lhe os passos! Olho para trás, e verifico que fiquei só.
Só! Eu e Deus... e a parturiente. Esta, meio aliviada, faz uma inspiração funda, e exclama:
— «Santas mãos!».
Já confiante na vitória, prossigo: Fixo uma pinça no coiro cabeludo do feto, e trago para fora o monstro, de corpo franzino e cabeça descomunal, agora achatada como um odre vazio.
Segue-se uma dequitadura fácil, e pronto: Estava ganha a batalha!
A Farrapeira, aliviada e feliz, soergue a cabeça em direcção à porta da rua, e grita:
— «Maria, anda cá». E repete: «Santas mãos! Santas mãos!».
A Maria não acredita que a irmã esteja viva... Espreita... Entra, pé ante pé... Quer ver para crer, como São Tomé!
Ao grito admirativo de Maria, outras acorrem, e me cercam, aplaudem, e louvam.
Saio do casebre quase em triunfo.
Cá fora, o meu amigo almocreve, abraça-me com lágrimas nos olhos, e clama:
— «Quem vive na Serra, vive na guerra...».
Sim!
Guerra tremenda em que eu acabava de assentar praça como soldado raso.
Guerra contra a ignorância, a miséria e a morte.
Guerra em que eu iria encontrar, pela vida fora, triunfos sem glória e derrotas sem refrigério.
"SERRA! Caminhos de um médico" - Vasco de Campos - Editora Moura Pinto
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Un choque de placas tectónicas
El origen de la península Ibérica se remonta a 290 millones de años
Un choque de placas tectónicas dio lugar a la formación de un manto nuevo, según la Universidad de Salamanca
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
a soalheira povoação de Chão Sobral
Chão Sobral é uma aldeia cujo povoamento sucedeu o abandono progressivo da pequena aldeia do Colcurinho. Esta dista de Chão Sobral cerca de uns 500 metros, encontrando-se num local mais escondido e um pouco sombrio, junto do monte do Colcurinho.
Chão Sobral pertenceu à freguesia de Aldeia das Dez, desde a sua criação até 1594, tendo passado a partir desta data, a pertencer à freguesia de Santa Maria de Avô, até que, em 1602 ou 1603 Aldeia das Dez, adquiriu de novo autonomia, situação que se tem mantido até hoje.
Até 1953, ano em que foi concluída o caminho municipal 1319 que liga a Vale de Maceira, Aldeia das Dez e Ponte das Três Entradas, era uma povoação que vivia quase isolada, situação que, felizmente, hoje não se verifica.
"Notas Históricas, Artísticas e Culturais"
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Grandes paisagens 2
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
As beldades de 007
Belas, sedutoras e vilãs, eis as Bond Girls.
Bond... Bond Girl: Reveja as beldades de 007 (fotogaleria)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
cortes salariais previstos para a Função Pública
Calcule, com recurso a uma infografia da Lusa, o valor dos cortes salariais previstos para a Função Pública.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ultratumba
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O milagre da Dona Adelaide
Na minha opinião e visto os factos, quem deveria governar o nosso país era a mãe e não o filho. Num instante a economia do nosso país melhorava! A senhora sabe fazer dinheiro!
A Mamã do Primeiro-Ministro - MILAGRE ?
A mamã Adelaide e a misteriosa pensão superior a 3000 euros
Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, "viveu
modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas
e cachecóis...".(24 H)
Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar) .
Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na
Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida,
feita nesse mesmo ano.
Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a
250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor
superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa "uma
pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje" (24H).
Por que neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança
Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança
Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir -
caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos - que ,
considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe
teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a
dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar
que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe
acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão
teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de
contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de
80%.
Por que a "pequena fortuna" não conta para a pensão; por que o
I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos
face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu
rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de
3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a
Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para
poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos
melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de
3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% =
3.000).
Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os
"rendimentos" provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem
uma pensão acrescida de outros rendimentos.
Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora
tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço
doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações
que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal
lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram
poder receber tal pensão?
E há mais...
A Dona Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a
uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou
o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José
Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron
Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra
E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos - cerca de 224 mil
euros -, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um
rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros
(50 contos).
Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.
Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um
mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros
para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na
Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no
nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numa
das mais nobres e caras zonas de Lisboa.
Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos
largos para comprar casa no inverno da velhice.
Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que
queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou
às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A PRONTO,
a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ?
ESTE E-MAIL É PARA CIRCULAR...A VERDADE DEVIA SER APURADA !SÓ ESTA GENTE NÃO É FISCALIZADA....
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
JFK, presidente
JFK, 50 Aniversario
John F. Kennedy se convirtió hace 50 años en el primer presidente católico de los Estados Unidos, el segundo más joven y en un símbolo político e ideológico que todavía retumba por las calles de la nación.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O outro lado da escrita
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A história do anarcosindicalismo
La vigencia del anarcosindicalismo
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
GR
Grandes recorridos: España y Europa paso a paso
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Claro que sim!
EL BLOG DE PACO NADAL
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
12 propostas para uma nova esquerda
Doce propuestas para reconstruir la izquierda
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O inferno na terra
El infierno en la tierra
domingo, 9 de janeiro de 2011
Bibliotecas
Los escritores y sus bibliotecas
sábado, 8 de janeiro de 2011
"A pele que habito"
Lo nuevo de Almodóvar ya tiene fecha
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Os dias da rádio
Ted Williams, de 53 años, ex presentador de radio arruinado por el alcohol y las drogas, recibe más de cinco millones de visitas en YouTube y múltiples ofertas de trabajo
La voz de un ex locutor arruinado por las drogas arrasa en Youtube
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Mekong vs "desenvolvimento industrial"
El Mekong pierde la batalla ante el desarrollo industrial
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Reis Magos a caminho!
Regalos viajeros para todos
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Lugares míticos
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
O meu reino por um farol!
Los faros, refugios tranquilos en primera línea de costa
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
100 anos a publicitar medicamentos
Echar un vistazo a 'Un siglo de publicidad farmacéutica' permite conocer cómo se anunciaban los distintos medicamentos.
Ungüentos del pasado
domingo, 26 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
Os melhores livros de 2010
Los libros de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Arquivo de nomes
Israel pone nombre a 4 millones de víctimas del Holocausto
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
lugares emblemáticos para los amantes del esquí o el 'snowboard'
Ocho lugares para refugiarse entre copos
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
"Morrison y otros mitos"
Los cementerios más peculiares
domingo, 19 de dezembro de 2010
Marrakech
Luz y color en Marrakech
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Metropolis
La versión teatral de Metrópolis
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Aventura no "fim do mundo"
A vela por la Antártida
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Los documentos secretos de Wikileaks (Portugal)
Sócrates es "carismático" y "le desagrada compartir el poder"
Los documentos secretos de Wikileaks (Portugal)
El jefe del primer banco portugués ofreció a EE UU informar sobre Irán
domingo, 12 de dezembro de 2010
Los documentos secretos de Wikileaks (Portugal)
El espionaje de la banca en Portugal
El jefe del primer banco portugués ofreció a EE UU informar sobre Irán
FRANCESC RELEA
Los cables afirman que el presidente de Millennium BCP intentó, con el conocimiento del Gobierno portugués, un acuerdo con EE UU para hacer negocios a cambio de labores de inteligencia
Sócrates es "carismático" y "le desagrada compartir el poder"
ANDREA RIZZI / JUAN CARLOS BLANCO
Los cables revelan que Portugal permitió usar las Azores para repatriar a presos de Guantánamo
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
"4 latas"
Se fabricaron 8,13 millones de unidades. De cada diez unidades vendidas, seis se fabricaban fuera de Francia.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Stradivarius de 1696
Su propietaria entró a un café y, al pedir su menú, perdió de vista el tesoro. Está valorado en 1,3 millones de euros.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O projeto WikiLeaks
… hace 48 horas conseguí por fin hacerle una entrevista a Julian Assange... llevaba tres días persiguiéndole…
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Os Massais
Toman sólo leche, cereales y sangre de vaca. Una dieta que les permite vivir 100 años. ELMUNDO.es ha estado con ellos.
domingo, 5 de dezembro de 2010
"Se o avião tivesse chegado ao Porto"
sábado, 4 de dezembro de 2010
The Cavern
Liverpool marcó muchos de los temas de sus hijos más famosos. Visite con nosotros los lugares clave.














Vintage color calendar photo of Playboy Playmate 







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